segunda-feira, 9 de agosto de 2010

a arte de NÃO se jogar

Muitas vezes eu queria que as pessoas fossem diferentes. Menos egoístas do avesso, no sentido de dar muito, mas não saber receber nada. Queria que as pessoas fossem mais passionais. Sem querer estar no comando toda vez. Se você puxa toda a responsabilidade para si, não deixa ninguém fazer algo por você! Não é? Não precisa ser líder o tempo todo, tem horas que é melhor ser liderado. É melhor se jogar, se entregar. Não é errado deixar que os outros te ajudem a resolver as coisas. As pessoas fazem porque gostam de você, não fazem por obrigação. É tão bom ser cuidado, ser amado. A vida fica tão mais completa, mais feliz. É mais arriscado? Óbvio que é, muito mais! Mas pode dar certo. E olha, a recompensa, vale tudo. Pessoas, por favor, não vistam uma máscara e saiam por aí com ar de que está sempre tudo certo, tudo ok. Porque não está! Está pela metade! Seja inteiro, descubra uma vida mais completa! Pode ser?

3 comentários:

Rogério disse...

Sábias palavras.
O final do texto me lembrou o livro "Ensaios sobre o amor e a solidão", do Flávio Gikovate. Entre outras coisas, esse livro fala s/ estar bem, s/ ser "inteiro" e feliz, sem precisar de alguém pra te completar. Mas qdo, mesmo estando inteiro, surge alguém pra "somar-complementar", tudo fica mais bonito.
Coloque esse livro na sua lista, vale muito a pena!

Marcella Campos disse...

anotado!

Tha disse...

Adorei esse post!!!
Não acredito em pessoas que falam q são inteiramente felizes!!!
Acredito que ser feliz é aprender a lidar com os problemas.. enfim não sei explicar o que acho!!
mas amei o textos!

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